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A Evolução Não Pode Explicar a Moralidade

Neste artigo provocativo, o Dr. Frank Turek desafia a suposição comum de que a moralidade é apenas um subproduto da evolução. Com exemplos impactantes e perguntas desconcertantes, ele mostra por que a ética fundamentada apenas em processos naturais não pode sustentar valores objetivos como “não matar” ou “não estuprar”. Utilizando argumentos filosóficos e morais, Turek demonstra que sem um padrão absoluto – como o caráter de um Deus pessoal e justo – toda moralidade se reduz a opinião. O artigo convida o leitor a refletir: por que algo seria objetivamente certo ou errado se somos apenas fruto de reações químicas evolutivas? Essa reflexão é essencial para qualquer um que busque compreender a origem da moralidade, especialmente em uma cultura que tenta separá-la de qualquer fundamento divino.

A Evolução Explica a Moralidade?

Alguns ateus, como Richard Dawkins e Christopher Hitchens, insistem que a moralidade é simplesmente produto da evolução. As sensibilidades morais comuns (não matar, não estuprar, não roubar, etc.) ajudam a garantir nossa sobrevivência evolutiva. Há vários problemas com essa visão:

Se a Evolução Justificasse o Estupro e o Assassinato?

O estupro pode aumentar a sobrevivência da espécie, mas isso o torna bom? Devemos estuprar?

Matar os fracos e deficientes pode ajudar a melhorar a espécie e sua sobrevivência (esse era o plano de Hitler). Isso significa que o Holocausto foi uma coisa boa?

A evolução não fornece uma base estável para a moralidade. Se a evolução é a fonte da moralidade, então o que impede que a moral evolua (mude) a ponto de um dia o estupro, o roubo e o assassinato serem considerados morais?

Dawkins e Hitchens confundem epistemologia com ontologia (como sabemos que algo existe com o que existe e por quê). Portanto, mesmo que a seleção natural ou algum outro processo químico seja responsável por sabermos o que é certo ou errado, isso não explicaria por que algo é certo ou errado. Como um processo químico (seleção natural) pode gerar uma lei moral imaterial? E por que alguém tem a obrigação moral de obedecer a um processo químico? Você só tem a obrigação moral de obedecer a um ser pessoal supremo (Deus) que tem autoridade para impor obrigações morais a você. Você não tem uma obrigação moral com a química.

Sem Deus, Não Há Moralidade

Como mencionei em um post do blog (Ateus Não Têm Base para a Moralidade), vários ateus presentes em um recente evento do “Não Tenho Fé Suficiente para Ser Ateu” na UNC Wilmington tiveram muita dificuldade quando lhes pedi que apresentassem alguma base objetiva para a moralidade a partir de sua cosmovisão ateísta. Eles continuavam tentando apresentar exemplos sobre como sabemos que algo é moral, em vez de explicar por que algo é moral. Um ateu disse que “não causar dano às pessoas” seria o padrão. Mas por que causar dano seria errado se Deus não existe? E se causar dano aumentar sua própria sobrevivência e a de muitos outros?

Outro disse que a "felicidade" é a base da moralidade. Depois que lhe perguntei: "Felicidade de acordo com quem, Madre Teresa ou Hitler?", ele disse: "Preciso pensar mais sobre isso", e então se sentou. Isso não diz nada sobre a inteligência dessas pessoas – simplesmente não há uma boa resposta para essa pergunta. Sem Deus, não há base para uma moral objetiva. Seria apenas a opinião de Madre Teresa contra a de Hitler.

Moralidade Cristã – A evolução pode explicar o que é certo e errado? Neste artigo, Frank Turek argumenta que não. Ele aponta as falhas da tentativa ateísta de fundamentar a ética em processos naturais, mostrando como exemplos como estupro ou o Holocausto expõem as limitações dessa abordagem. A moralidade objetiva requer um padrão além da biologia – um padrão transcendente. Sem Deus, toda moralidade é relativa e vulnerável a mudanças perigosas. Turek conclui que somente um Criador pessoal e moral pode fornecer uma base sólida para o certo e o errado, e que confundir como sabemos o que é certo com por que algo é certo leva a graves erros filosóficos.

Escrito por:

Picture of Frank Turek, PhD.

Frank Turek, PhD.

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